Vamos fazer algo juntos!
Na busca por querer fazer exatamente aquilo que queremos fazer, com liberdade para ser, podemos nos surpreender com as circuntâncias da vida e fazer bons projetos.
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O mapa é o dado mais sensível que você produz — onde você está, esteve, mora, trabalha, reza e dorme. O Google Maps guarda o seu histórico de localização por padrão, e os seus passos viram perfil e ativo à venda (O grátis que custa caro). A localização é o topo do seu modelo de ameaça (Modelo de ameaça): dela quase tudo o mais se deduz. Mas o mapa não precisa ser um serviço de vigilância — há mapas que não te observam e ainda funcionam sem sinal.
Carregado o dia inteiro, o celular registra cada deslocamento. Onde você vai, com que frequência, a que horas, e quem você visita — é a narrativa mestra da sua vida, contada sem você perceber. É o dado do qual se inferem religião, saúde, trabalho e afetos.
O OpenStreetMap é um bem comum, como o software livre (Software livre): um mapa do mundo feito por uma comunidade, não por uma empresa. E o mapa offline não te observa nem depende de sinal — privacidade e resiliência na mesma escolha (antifrágil).
Para aprofundar
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