Vamos fazer algo juntos!
Na busca por querer fazer exatamente aquilo que queremos fazer, com liberdade para ser, podemos nos surpreender com as circuntâncias da vida e fazer bons projetos.
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Com o porquê claro e o fundamento assentado, chegam as ferramentas — e agora elas são fáceis de escolher, porque já temos o critério. Um instrumento se escolhe pelo que serve: a sua atenção, a permanência, a privacidade, a posse. Não se acumulam aparelhos; escolhem-se poucos, duráveis, seus, que sirvam aos princípios. O resto é ruído de vitrine.
Os instrumentos têm uma hierarquia, e ela importa:
Escolha de dentro para fora: primeiro o que sustenta, depois o que governa, por fim o que se usa. Um aparelho excelente com um sistema que te vigia é uma boa casa com um senhorio espião.
Um bom instrumento é aquele que você possui, pode consertar, consegue entender, e que serve à sua atenção e dignidade em vez de colhê-las. Tudo neste movimento é a aplicação desse critério, peça por peça.
Três sub-seções: Hardware (durar, reparar, possuir — o computador e o celular), Sistema (Linux, GrapheneOS, software livre) e Aplicativos e serviços (apps, e-mail, busca, mapas). Comece pelo corpo.
Na busca por querer fazer exatamente aquilo que queremos fazer, com liberdade para ser, podemos nos surpreender com as circuntâncias da vida e fazer bons projetos.
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